Do povo Sateré-Mawé, Kamy Wará transforma o grafismo ancestral em linguagem viva.
Sua arte nasce do corpo, mas ultrapassa limites, ocupando muros, telas e espaços onde a presença indígena precisa ser vista, sentida e reconhecida.
Artista, ativista e educadora, sua trajetória une criação, ensino e resistência, fortalecendo identidade e território através da arte.
Mais do que expressão, seu trabalho é afirmação.
É assim que o ancestral continua…
em movimento.
PANYË IANDÊ 🏹
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Este projeto é realizado com o apoio do Governo do Estado / Conselho Estadual de Cultura / Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, bem como do Governo Federal.

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