Documentário 'Ecos do Areal' é lançado em Parintins, com público recorde no auditório da Casa da Cultura


 


O documentário aborda os 35 anos da morte do jovem José Augusto, na cidade de Parintins-AM. ​Filmado nos cenários reais onde tudo aconteceu e com depoimentos exclusivos, a produção mergulha nas investigações e nos julgamentos polêmicos do crime que parou a pacata Ilha Tupinambarana, de 1990

O lançamento do documentário Ecos do Areal, de autoria do artista e produtor cultural Mário Menezes, aconteceu neste sábado (25/04), no auditório da Casa da Cultura de Parintins, que ficou lotado para sua exibição. O público assistiu e aplaudiu a produção audiovisual que aborda o assassinato do jovem paraense José Augusto Ferreira Carvalho, aos 18 anos, no dia 29 de julho de 1990, no Balneário Areal, em Parintins. 


A obra também recebeu elogios da jornalista e secretária municipal de cultura, Rozenilce Santos, que representou a Prefeitura de Parintins no evento. 


"O Mário Menezes - e toda sua equipe - estão de parabéns. Foi o lançamento de produto audiovisual com maior público da Casa da Cultura. É um documentário muito bem produzido, com roteiro e imagens de qualidade, que teve todo um cuidado de pesquisa e investigação para abordar o caso tão conhecido e emblemático da nossa cidade. Como jornalista sou muito rigorosa na avaliação (de um produto que envolve jornalismo) e posso afirmar: o Ecos do Areal foi muito bem feito", disse a secretária. 


O documentário recebeu incentivo da Política Nacional Aldir Blanc Amazonas, e em breve estará disponível nas plataformas digitais para toda a população ter acesso. A programação de lançamento contou ainda com atrações musicais e coquetel. 


Sinopse 


​Em 29 de julho de 1990, a tranquilidade da Ilha Tupinambarana foi interrompida pelo brutal assassinato de José Augusto Ferreira Carvalho, de apenas 18 anos. O jovem paraense, que sonhava em viver em Parintins, teve sua vida interrompida no Balneário Areal, em um caso que chocou o Amazonas e marcou gerações.  


​Filmado nos cenários reais onde tudo aconteceu, o documentário "Ecos do Areal" mergulha nas investigações, nos julgamentos polêmicos e nas feridas que o tempo ainda não fechou. 


Com depoimentos exclusivos de quem viveu a época e o relato emocionante da mãe da vítima, buscamos entender: por que, após três décadas, a autoria desse crime permanece um enigma?


Agradecimento 


Para Mário Menezes, ver o auditório lotado para a exibição do documentário "Ecos do Areal" foi emocionante e reafirma a importância de se registrar e valorizar as histórias da nossa terra.

"​Gostaria de expressar meu mais profundo agradecimento ao Público Parintinense. Obrigado a cada um que compareceu e nos presenteou com aplausos tão calorosos. Parintins respira arte e sentir esse prestígio em casa, na nossa ilha, transforma qualquer esforço em gratidão", declara o artista e produtor e cultural.


Mário enfatiza que um documentário nasce de muita pesquisa e dedicação. Ele agradeceu a cada profissional que dedicou seu talento e sensibilidade para tirar o projeto do papel. "Este sucesso é nosso, fortalecer o cinema documental aqui é garantir que nossa identidade e nossas raízes continuem ecoando para o mundo", ressalta.

O produtor cultural fez um agradecimento especial à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, ao Governo Federal, e a todos os órgãos (CONEC, Fundo Estadual de Cultura, Lei Aldir Blanc) por acreditarem nesta proposta e na força da cultura do interior. ​"Ecos do Areal não é apenas um documentário, é o resultado de muita entrega e respeito pela nossa história. Sábado, ele deixou de ser meu para pertencer a todos vocês. ​Muito obrigado, Parintins", agradeceu Mário Menezes.


Assista o teaser do doc.

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